Vem Cá.
Disse não.
O olhar era tão profundo quanto o oceano.
Olhava-me com uma cara séria e de poucos amigos. Mas, se sentia firme com as palavras, e no tom de sua voz não sentia-se medo.
Medo era uma coisa que não existia para ela. Ela era convicta de suas escolhas e decidida em opiniões.
É de gênio forte, daqueles do qual você nem discute, apenas conversa.
Vem cá!
Nem em um tom mais forte, ela simplesmente nem me olhava.
Desisti.
Sim, infelizmente desisti. Desisti de tentar chamar a atenção dela, de tentar de alguma forma traze-la para mim agora.
O difícil é que preciso dela o mais rápido possível, o mais depressa. Mas não, eu desisti por enquanto. Vou deixar que ela surja sozinha, que venha até mim.
Vou parar de olhar para dentro de mim, e tentar chamar a garota forte que aqui existia. Sim, vou deixar por enquanto que a sensibilidade tome conta de mim. E que quando a garota forte decidir me ouvir, não seja tarde demais.
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